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Enfim Dois
Censura livre (7 min, ficção, 2009, Brasil– São Paulo)
Direção: Thiago Vieira
O filme mostra um pequeno trecho da história de um casal em crise. A intenção do curta-metragem nem é explorar a crise em si, mas entendermos o que acontece a uma pessoa ao ter vontade própria quando está casada.Depois de terminar um programa qualquer monótono de tv, o marido levanta para sair e dar uma volta, porém sua esposa o questiona desta saída repentina. Aí então começa uma série de perguntas e respostas. Trata de uma comédia leve, com uma linguagem coloquial do dia-a-dia. Longe de ser uma obra machista ou feminista, o interessante do curta-metragem é que ora entendemos as razões pelas quais o marido se “estressa”, ora compreendemos os inconformismos de sua esposa.
Direção
Thiago Vieira
CURTA METRAGEM: “Enfim Dois”
VÍDEO CLIP: “Melada de Nego” – cantor Sebastian, direção de Thiago Vieira e Marcus Tornovsky; “Com dinheiro é mole”, direção de Thiago Vieira e Marcus Tornovsky
CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS: Campanha Paçoquita “Supermecado”, direção de Thiago Vieira; Campanha Novo Shopping (2 filmes), direção de Thiago Vieira; Campanha Democrata Calçados, direção de Thiago Vieira; Campanha Doces Santa Helena “Amigos” (2 filmes), direção de Thiago Vieira
FILMES PUBLICITÁRIOS: Colas Pritt, direção de Thiago Vieira; Amindus, direção de Thiago Vieira; SILFAB, direção de Thiago Vieira; Magazine Luiza “Família”, “Quarto”, “Pessoas”, “Sorrisos”, “Sonhos”, “Casa Nossa”, direção de Thiago Vieira
Site Oficial: www.ouro21.com.br
Estúdio: Ouro21
Direção: Thiago Vieira
Roteiro: Haydée Rassi
Produção: Cris Eugênia
Música: Cézar Brandão
Fotografia: Bruno Tiezzi
Figurino: Juan Junqueira
Edição: Makoto Sasaoka
Direção de fotografia: Bruno Tiezzi
Produtor: Cris Eugenia
Produção: Ouro21 Dcine
Elenco: Tatiana Thomé e Vinícius Zucatelli

5 de Setembro, sábado @ 16h30, na mesma sessão de Loki – Arnaldo Baptista


Censura livre (7 min, ficção, 2009, Brasil– São Paulo)

Direção: Thiago Vieira

O filme mostra um pequeno trecho da história de um casal em crise. A intenção do curta-metragem nem é explorar a crise em si, mas entendermos o que acontece a uma pessoa ao ter vontade própria quando está casada. Depois de terminar um programa qualquer monótono de tv, o marido levanta para sair e dar uma volta, porém sua esposa o questiona desta saída repentina. Aí então começa uma série de perguntas e respostas. Trata de uma comédia leve, com uma linguagem coloquial do dia-a-dia. Longe de ser uma obra machista ou feminista, o interessante do curta-metragem é que ora entendemos as razões pelas quais o marido se “estressa”, ora compreendemos os inconformismos de sua esposa.

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Blackout
Censura livre (10 min, ficção, 2007, Brasil– Rio de Janeiro)
Direção: Daniel Rezende
Elenco: Wagner Moura e Augusto Madeira
Um assessor e um suplente parlamentar resolvem fumar um baseado numa sala em reforma da assembléia legislativa. O que era para ser um momento de relax, vira uma constante sucessão de revelações e surpresas que pioram a cada segundo.
Direção
Daniel Rezende
Após montar filmes como Cidade de Deus, Diários de Motocicleta e Tropa de Elite o premiadíssimo montador paulista, Daniel Rezende, faz sua estréia na direção com o curta Blackout.
Direção de arte: Frederico Pinto
Figurino: Cristina Camargo
Maquiagem: Anna Van Steen
Assistente de direção: Marcela Daud
Som direto: Guilherme Ayrosa
Supervisor de edicção de som: Alessandro Laroca
Música: Fabio Tagliaferri
Efeitos digitais: Renato Batata
Direção de fotografia: César Charlone, ABC
Montagem: Valéria de Barros
Produção: Claudine Franco
Roteiro: Simone Alexal
Elenco: Wagner Moura e Augusto Madeira
Prêmios recebidos
Best Short Film 2008 Rio de Janeiro International Film Festival
Best Actor – Augusto Madeira 2008 Gramado International Film Festival

5 de Setembro, sábado @ 19 h, na mesma sessão de Se Nada Mais Der Certo


Censura livre (10 min, ficção, 2007, Brasil– Rio de Janeiro)

Direção: Daniel Rezende

Elenco: Wagner Moura e Augusto Madeira

Um assessor e um suplente parlamentar resolvem fumar um baseado numa sala em reforma da assembléia legislativa. O que era para ser um momento de relax, vira uma constante sucessão de revelações e surpresas que pioram a cada segundo.

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Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei
Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei
Censura Livre (82 min, documentário, 2008, Brasil–Rio de Janeiro)
Direção: Claudio Manoel, Calvito Leal e Micael Langer
História da ascensão e queda de Wilson Simonal (1939-2000), cantor que conseguiu status de estrela numa época em que no Brasil isso era raridade para artistas negros. De origem humilde, ele ganhou destaque na televisão nos anos 60, rivalizando com o domínio de Roberto Carlos e outros ídolos da Jovem Guarda. No auge da fama, dividiu o palco com a cantora Sarah Vaughn, em visita ao Brasil. Acompanhou a seleção brasileira ao México na conquista do tricampeonato, em 1970, e até arriscou a reflexão política sobre a negritude, na canção “Tributo a Martin Luther King”, composta em parceria com Ronaldo Bôscoli. Um incidente nunca esclarecido, envolvendo agentes do DOPS e um ex-empregado seu, lançaram sobre ele um processo criminal e a suspeita de que fosse delator para as forças de repressão.
Direção
Claudio Manoel, Calvito Leal e Micael Langer
Claudio Manoel, desde 1989 é redator e ator da TV Globo. É Integrante do grupo Casseta & Planeta, programa semanal de televisão com uma das maiores audiências no Brasil. C&P é também um grupo multimídia, já tendo gravado três discos de sucesso. Além disso, produzem programas de rádio, filme, tele-piadas, jogos em CD-Rom, publicam livros de humor, e durante esses 22 anos editaram várias revistas, até mesmo numa versão em quadrinhos. Micael Langer, cursou Rádio e TV e já trabalhou como Assistente de Correspondente no “ The New York Times” no Rio de Janeiro. Desde 2003, trabalha como Produtor, Roteirista, Diretor e pesquisador em curtas-metragens, vídeos institucionais, filmes publicitários e dvds. Calvito Leal formou-se em Publicidade e Criação na Universidade Mackenzie em São Paulo no ano 2000. Depois de trabalhar por três anos como assistente de fotografia, mudou-se para o Rio de Janeiro a convite da Conspiração Filmes, aonde trabalhou na composição digital de filmes publicitários. Depois, como assistente de direção freelancer trabalhou em inúmeras produções nacionais e internacionais como: Miami Vice, Dois Filhos de Francisco, Caminho das Nuvens, Irma Vap, Survivor, e mais de 350 filmes publicitários.
Site: www.simonal.com
Produtores Associados: Raul Schmidt, Roberto Berliner e Isabelle Tanugi
Produção Executiva: Manfredo G. Barretto, Rodrigo Letier e Carlos Paiva
Coordenadora de Produção: Lorena Bondarovsky
Direção de Fotografia: Gustavo Hadba
Direção de Arte: Eduardo Souza e Rodrigo Lima (Pavê)
Trilha sonora original: Berna Ceppas
Som Direto: Paulo Ricardo Nunes
Mixagem: Denílson Campos
Montagem: Pedro Duran e Karen Akerman
Produção: TvZERO e Zohar e Jaya
Prêmios recebidos
É Tudo Verdade – Menção Honrosa
Festival de Paulínia -Melhor Documentário, Juri Oficial e Juri Popular

5 de Setembro, sábado @ 21h30


Censura Livre (82 min, documentário, 2008, Brasil–Rio de Janeiro)

Direção: Claudio Manoel, Calvito Leal e Micael Langer

História da ascensão e queda de Wilson Simonal (1939-2000), cantor que conseguiu status de estrela numa época em que no Brasil isso era raridade para artistas negros. De origem humilde, ele ganhou destaque na televisão nos anos 60, rivalizando com o domínio de Roberto Carlos e outros ídolos da Jovem Guarda. No auge da fama, dividiu o palco com a cantora Sarah Vaughn, em visita ao Brasil. Acompanhou a seleção brasileira ao México na conquista do tricampeonato, em 1970, e até arriscou a reflexão política sobre a negritude, na canção “Tributo a Martin Luther King”, composta em parceria com Ronaldo Bôscoli. Um incidente nunca esclarecido, envolvendo agentes do DOPS e um ex-empregado seu, lançaram sobre ele um processo criminal e a suspeita de que fosse delator para as forças de repressão.

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Se nada mais der certo
Censura 16 anos (120 min, ficção, 2008, Brasil– São Paulo)
Direção: José Eduardo Belmonte
Se nada mais der certo” mostra uma classe média achatada, num país cujo crescimento nos últimos anos ficou aquém do esperado. Léo (Cauã Reymond), um jornalista falido de cerca 30 anos, conhece Marcin (Caroline Abras), um tipo ambíguo e frequentador de “bocas”, que o apresenta a Wilson (João Miguel), prestes a ser um taxista sem táxi, pois não consegue obter o mínimo de dinheiro para não perdê-lo. Os três se unem para realizar um pequeno golpe que acaba sendo bem sucedido e surge uma forte relação de afeto entre eles. A partir daí, as oportunidades aparecem e, quase sem perceber, Léo se envolve numa vida criminosa.
Direção
José Eduardo Belmonte
José Eduardo Belmonte é formado em cinema pela Universidade de Brasília onde teve aulas com Nelson Pereira dos Santos (com quem trabalhou), Wladimir Carvalho entre outros. Fez cinco curtas metragens, quatro longa metragens que somados deram aproximadamente sessenta prêmios nos principais festivais do país. Realizou num esquema de guerrilha seu primeiro longa-metragem: Subterrâneos. Ainda inédito no circuito comercial. Seu segundo longa-metragem: A Concepção foi lançado nacionalmente. Em 2006, Belmonte filma “Meu mundo em perigo” na cidade de São Paulo, também inédito em circuito comercial. Seu quarto longa-metragem, também filmado em São Paulo é “Se nada mais der certo”, que com seu curto tempo de vida já arrebatou vários prêmios, inclusive internacionais. A previsão de lançamento do seu último filme é dia 14 de agosto de 2009.
Trailer
http://www.youtube.com/watch?v=K4SOGUhfMtI&feature=PlayList&p=4AF8956CFFEFE3BF&playnext=1&playnext_from=PL&index=12
Site: www.senadamaisdercerto.com.br
Produção: Ronaldo D´Oxum, José Eduardo Belmonte e Abdon Bucar
Produção Executiva: Lili Bandeira Le Brasil
Roteiro: José Eduardo Belmonte, Luis Carlos Pacca
Direção de Arte: Akira Goto
Direção de Fotografia: André Lavenere
Trilha Sonora: Zepedro Gollo
Direção de Produção: Le Brasil
Som Direto: Louis Robin
Montagem: Frederico Ribeincher
Produção: 34 filmes, Film Noise, AB Produções
Produtores Associados: Anhangabaú Produções, Quanta, Cauã Reymond, João Miguel, Louis Robin, Janide D’Ávila
Elenco: Cauã Reymond, João Miguel, Caroline Abras, Luiza Mariani, Leandra Leal, Milhem Cortaz, Murilo Grossi, Adriana Lodi, Eucir de Souza, Roberta Rodrigues, Tainá Mulher, Mariah Teixeira, Luisa Micheletti e Justine Otondo
Prêmios recebidos
Prêmio de Melhor Filme, Melhor Roteiro, Melhor Atriz (Caroline Abras) no Festival do Rio de Janeiro(2008)
Prêmio da Câmara Legislativa e Prêmio Saruê no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Prêmio de Melhor Ator (Cauã Reymond) e Melhor Atriz (Caroline Abras) no 2th Los Angeles Brazilian Film Festival
Prêmio de Melhor Filme, Melhor Ator (João Miguel) e Melhor Atriz (Caroline Abras) no 11o Festival du Cinéma Brésilien de Paris
Prêmio de Melhor Ator para Cauã Reymond e João Miguel no 13th Brazilian Film Festival of Miami

5 de Setembro, sábado @ 19h


Censura 16 anos (120 min, ficção, 2008, Brasil– São Paulo)

Direção: José Eduardo Belmonte

Se nada mais der certo” mostra uma classe média achatada, num país cujo crescimento nos últimos anos ficou aquém do esperado. Léo (Cauã Reymond), um jornalista falido de cerca 30 anos, conhece Marcin (Caroline Abras), um tipo ambíguo e frequentador de “bocas”, que o apresenta a Wilson (João Miguel), prestes a ser um taxista sem táxi, pois não consegue obter o mínimo de dinheiro para não perdê-lo. Os três se unem para realizar um pequeno golpe que acaba sendo bem sucedido e surge uma forte relação de afeto entre eles. A partir daí, as oportunidades aparecem e, quase sem perceber, Léo se envolve numa vida criminosa.

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LOKI – Arnaldo Baptista

5 de Setembro, sábado @ 16h30

Censura livre (120 min, documentário, 2008, Brasil– Rio de Janeiro)

Direção: Paulo Henrique Fontenelle

Cinebiografia do músico Arnaldo Baptista, ex-integrante dos Mutantes, contada através de um quadro traçado pelo próprio artista. A pintura é intercalada com imagens históricas que remetem aos principais momentos de sua trajetória artística, que fizeram dele um dos principais nomes do rock brasileiro. Depoimentos de Tom Zé, Nelson Motta, Gilberto Gil, Sean Lennon, entre outros.

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