Sildenafil

6 de Setembro, domingo @ 21h, na mesma sessão de Inversão


Censura livre (17 min, ficção, 2008, Brasil– São Paulo)

Direção: Clovis Mello

Maria Helena, uma atraente mulher de meia idade, entra em seu quarto, e joga uma caixa de Viagra para seu marido. Horacio, um servidor publico aposentado, já nos seus sessenta anos, fica horrorizado com o que ele vê. Maria Helena está excitada e quer uma ação do marido.Ela pula na cama, e deixa claro que é a oportunidade dele iniciar uma vida com atividade sexual. Horacio tenta convencer a esposa de que ela já passou da idade, e que ela deveria estar agradecida por isso. Ela continua a insistir e Horacio decide ler a bula antes de tomar a pílula. Ele fica horrorizado ao descobrir uma enorme lista de efeitos colaterais, associados ao Viagra, incluindo dores de cabeça à possível cegueira. Maria Helena, pacientemente, vai lendo a bula com o marido, tentando ao máximo convence-lo que os efeitos colaterais não vão ataca-lo. Seu super desejo de ter algum sexo desaba quando Horacio decide não tomar a pílula. Mas, Maria Helena quer sexo a qualquer custo, E faz Horacio engolir o comprimido. Horacio engasga, resmunga, tosse, mas, não há o que fazer. Resta esperar o efeito chegar. E 30 minutos depois, a ereção não chega. Ele então pega uma Playboy, pra ajudar, e acha a inspiração nas fotos de uma japonesa.Maria Helena pula sobre ele e tenta chegar ao orgasmo. Enquanto isso, seu marido tem todos os efeitos colaterais ao mesmo tempo, de desarranjo intestinal até a cegueira.

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Ao Vivo
Censura livre (16 min 54 seg, ficção, 2008, Brasil– São Paulo)
Direção: Peppe Siffredi & Antonio Guerino
Elenco: Mel Lisboa, Paulo Cesar Pereio, Antonio Abujamra & Luciano Gatti
Sofia sonhava em ser famosa. Uma noite ela foge de casa em busca do estrelato. Mas é selecionada por um reality-show que irá transmitir todos os seus sonhos ao vivo.
Direção
Peppe Siffredi & Antonio Guerino
Peppe Siffredi é formado em Publicidade e Propaganda pela FAAP [2004]. Começou como assistente de arte, e depois tornou-se redator. Trabalhou em agências: St.Art, do grupo WPP; DataMidia, FCBi; Synapsys; Young and Rubicam, e New Content, do grupo Newcom. Enquanto atuava em propaganda, Peppe Siffredi escreveu o roteiro de “Nenhum Abraço”, curta vencedor do 1º Festival do Minuto de São Paulo, menção honrosa no 4º Goiânia Mostra Curtas, selecionado para 32º Festival de Gramado, 18º Mostra do Audiovisual Paulista e 7º Fica, Festival Internacional de Cinema Ambiental. Atualmente, é roteirista, tanto de ficção quanto documentário, e diretor de filmes para marcas.
Site: www.aovivo.art.br
Produção: Feelmes – Cultura e Entretenimento
Co-Produção: Grapho Filmes, Scratch Studios, Rafa Coutinho::Base V, Aia Comunicações e ETC Filmes
Produtor Associado: Raphael Bottino
Roteiro: Peppe Siffredi
Produzido por: Antonio Guerino, Marcelo Mesquita, Tatiana Bornato e Peppe Siffredi
Trilha Original: Scratch Studios
Fotografia: Alziro Barbosa
Direção de Arte: Dalmo Louzada
Direção de fotografia: Alziro Barbosa
Desenho de Produção: Fabio Telles
Figurino: Melina Schleder
Edição: Antonio Guerino
Animação: Rafa Coutinho::Base V
Finalização: Hugo Gurgel
Elenco: Mel Lisboa, Paulo Cesar Pereio, Antonio Abujamra & Luciano GattCensura livre (16 min 54 seg, ficção, 2008, Brasil– São Paulo)

6 de Setembro, domingo @ 16h, na mesma sessão de A Ilha e De Braços Abertos


Censura livre (16 min 54 seg, ficção, 2008, Brasil– São Paulo)

Direção: Peppe Siffredi & Antonio Guerino

Elenco: Mel Lisboa, Paulo Cesar Pereio, Antonio Abujamra & Luciano Gatti

Sofia sonhava em ser famosa. Uma noite ela foge de casa em busca do estrelato. Mas é selecionada por um reality-show que irá transmitir todos os seus sonhos ao vivo.

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A Montanha Mágica
Censura livre (13 min, ficção, 2009, Brasil– Fortaleza)
Direção: Petrus Cariry
De tanto se divertir lá em cima, ele caiu, quinze metros, faltou ar! Até onde vai a verdade? Até onde vai a imaginação? Eu gostaria de lembrar um pouco mais. Um filme sobre uma memória da infância.
Direção
Petrus Cariry
É um dos mais premiados diretores da nova geração. “Dirigiu vários curtas para o cinema como, “Ordem dos Penitentes” – 35 mm (2002), “A velha e o mar” – 35 mm (2005)”, “Dos restos e das Solidões” – 35 mm (2006)”. Os filmes “A Velha e o Mar” e “Dos Restos e das Solidões” foram premiados em importantes festivais nacionais e internacionais, com mais de 50 prêmios. “O Grão” é o seu primeiro filme de longa-metragem, obra cinematográfica contemplada em concurso do Minc. O longa foi vencedor do “Prêmio de Melhor Filme” do Festival Internacional de Cinema de Viña del Mar 2007 e do Festival dos Povos do sul (Venezuela).
Direção e roteiro: Petrus Cariry
Montagem: Petrus Cariry e Firmino Holanda
Fotografia: Ivo Lopes Araújo
Trilha Sonora: Firmino Holanda e Herlon Robson
Mixagem: Érico Paiva
Produtores associados: Bárbara Cariry Teta Maia

6 de Setembro, domingo @ 18h30, na mesma sessão de O Menino da Porteira


Censura livre (13 min, ficção, 2009, Brasil– Fortaleza)

Direção: Petrus Cariry

De tanto se divertir lá em cima, ele caiu, quinze metros, faltou ar! Até onde vai a verdade? Até onde vai a imaginação? Eu gostaria de lembrar um pouco mais. Um filme sobre uma memória da infância.

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A Ilha
Censura livre (9 min 47 seg, ficção, 2008, Brasil– Distrito Federal)
Direção: Alê Camargo
A ilha conta a história de Edu, um rapaz que fica ilhado em uma grande metrópole. O filme aborda de maneira bem humorada os problemas e dificuldades de se viver em uma cidade grande, na qual as aparências enganam e o simples ato de se atrever a atravessar uma rua pode ser um problema.
Direção
Alê Camargo
Realizações: Photoshop, ZBrush, Maya, modelagem, animação, render e composição. Alê Camargo trabalha com 3D desde 1997. Começou sua carreira na produtora VetorZero, onde ficou de 1997 até 2002. Ali, teve a oportunidade de participar de diversas campanhas publicitárias para clientes como Brahma, Skol, Coca-Cola, Nestlé, Zorba, Fotóptica e outros. Em 2002, realizou seu primeiro curta-metragem em animação, “Armadilha para Turistas”. O filme ganhou alguns prêmios no circuito de festivais. Entre eles: Cine Ceará (Melhor Animação e Melhor Desenho de Produção) / Festival de Cinema e Video de Cuiabá (Melhor Animação) / Anima Mundi (Melhor Animação Brasileira – Segundo Lugar). “Armadilha para Turistas” também foi convidado a participar de alguns festivais internacionais, como Festival de Habana, Melbourne, Tenerife e outros. Após esse período, Alê trabalhou em diversas produtoras como HGN, Trattoria di Frame, Estúdios Mega e Casablanca. Em 2005, foi contratado como Lighter e Digital Composer pelos estúdios Fathom em Atlanta. Trabalhou com eles no longa 3D independente “Delgo”. Alê atualmente mora em Brasília onde ministra na OZI a Oficina de Animação 3D e é o coordenador 3D da série de animação 3D para TV Cultura feita pela OZI.
WebSite:http://pentagramma.blogspot.com
Site: www.ozi.com.br
Produtora: OZI Escola de Audiovisaul de Brasília
Produção Executiva: Mario Lellis e Roger Burdino
Direção e Coordenação do Projeto: Alê Camargo
Modelos, Animação e Render: Alan Monteiro, Alexandre da Costa, Bruna Lobato, Erick de Farias, Fabiana Catunda, Felipe Benvólio, Jefferson Soares, João Rabelo, Juliana Fontes, Paulo Lima, Thiago Perrone, André Araújo, Bruno Godinho, Carolina de Oliveira, Edno de Freitas, Frederico Kusel, Jefferson da Silva, Nicolas Barros, Renan de Alencar, Rodrigo Guimarães, Tatiana Canelha
Desenho Sonoro: Maurício Fonteles
Assistência de Snorização: Marco Rezende
Trilha Original: Charles Tôrres
Premios recebidos
Cine PE/2009- Melhor Vídeo Digital e Prêmio Especial da Crítica

6 de Setembro, domingo @ 16h, na mesma sessão de De Braços Abertos e Ao Vivo

Censura livre (9 min 47 seg, ficção, 2008, Brasil– Distrito Federal)

Direção: Alê Camargo

A ilha conta a história de Edu, um rapaz que fica ilhado em uma grande metrópole. O filme aborda de maneira bem humorada os problemas e dificuldades de se viver em uma cidade grande, na qual as aparências enganam e o simples ato de se atrever a atravessar uma rua pode ser um problema.

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De Braços Abertos
Censura livre (ficção, 2007, Brasil– Rio de Janeiro)
Direção: Bel Noronha
A história da construção de um dos grandes ícones da cidade do Rio de Janeiro, o monumento ao Cristo Redentor. Através de relatos de pessoas que viveram na época de sua construção, e, do diário do brasileiro que idealizou e executou a obra, o engenheiro – arquiteto Heitor da Silva Costa, o filme nos faz voltar ao período da concepção deste monumento que se tornou parte do dia-a-dia e da identidade do carioca. O planejamento e a construção do Cristo consumiram dez anos da vida de Heitor da Silva Costa – três dos quais em Paris. Foi na capital da França que este visionário brasileiro contratou o escultor Paul Landowski para trabalhar na execução das maquetes trazidas do Brasil. Landowski foi o responsável pela modelagem, em tamanho real, em gesso, do rosto e das mãos da estátua. O documentário mostra a relação afetiva e pessoal do cidadão brasileiro de hoje com o monumento-ícone do Rio de Janeiro, e ouve personalidades como Chico Buarque, Carlos Heitor Cony, Nelson Pereira dos Santos.
Direção
Bel Noronha
Produtora e diretora de documentário. Em 2006 fez a Curadoria e Produção Executiva da exposição ‘Christo Redemptor’ no ArtSESC, no Rio de Janeiro e em 2005 lançou o curta-metragem ‘Christo Redemptor’. Fez produção de finalização em ‘Casa Grande & Senzala II,III e IV’, de Nelson Pereira dos Santos; ‘Onde a Terra Acaba’, de Sérgio Machado; ‘6 Histórias Brasileiras’ (O Vale / Santa Cruz / Ensaio Geral / Passageiros / A Família Braz / Um dia qualquer), de João Moreira Salles, Arthur Fontes e Isabel Jaguaribe; ‘O Avesso da Bossa’, de Rogério Gallo; todos estes pela VideoFilmes. Exerceu o cargo de Assistente do Diretor Executivo de 1998 a 2000 na VideoFilmes.
Roteiro, direção, produção e produção executiva: Bel Noronha
Fotografia: Alberto Bellezia, Marcelo Pontes, Bel Noronha
Edição: Gabriel Duran, Pedro Rossi
Narração de textos: Heitor da Silva Costa e Guilherme Eduardo Guinle
Pesquisa de imagens: Antônio Venancio, Bel Noronha
Direção musical e piano: João Nabuco
Violões: Turíbio Santos e Leandro Carvalho
Mixagem: Denilson Campos e Mariana Barsted

6 de Setembro, domingo @ 16h


Censura livre (ficção, 2007, Brasil– Rio de Janeiro)

Direção: Bel Noronha

A história da construção de um dos grandes ícones da cidade do Rio de Janeiro, o monumento ao Cristo Redentor. Através de relatos de pessoas que viveram na época de sua construção, e, do diário do brasileiro que idealizou e executou a obra, o engenheiro – arquiteto Heitor da Silva Costa, o filme nos faz voltar ao período da concepção deste monumento que se tornou parte do dia-a-dia e da identidade do carioca. O planejamento e a construção do Cristo consumiram dez anos da vida de Heitor da Silva Costa – três dos quais em Paris. Foi na capital da França que este visionário brasileiro contratou o escultor Paul Landowski para trabalhar na execução das maquetes trazidas do Brasil. Landowski foi o responsável pela modelagem, em tamanho real, em gesso, do rosto e das mãos da estátua. O documentário mostra a relação afetiva e pessoal do cidadão brasileiro de hoje com o monumento-ícone do Rio de Janeiro, e ouve personalidades como Chico Buarque, Carlos Heitor Cony, Nelson Pereira dos Santos.

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Inversão

6 de Setembro, domingo @ 21 h


Censura 14 anos (90 min, ficção, 2009, Brasil– São Paulo)

Direção: Edu Felistoque

Doze de maio de 2006, o “onze de setembro brasileiro”. Cidades brasileiras foram atacadas por uma organização criminosa. Paralelo a isso, outra violência acontecia, agora por uma classe acima de qualquer suspeita, a classe média. Uma delegada recém formada tenta resolver o desaparecimento de um empresário. Mergulhada em um mundo liderado por homens, a jovem delicada agora vai ter que aprender a conviver com o mundo do crime e a inversão de valores.

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O Menino da Porteira

6 de Setembro, domingo @ 18h30


Censura 10 anos (94 min, ficção, 2009, Brasil– São Paulo)

Direção: Jeremias Moreira

Sudeste do Brasil, anos 50. Ao conduzir uma grande boiada para a fazenda Ouro Fino, do Major Batista, o boiadeiro Diogo passa pelo sitio Remanso, onde trava amizade com Otacílio e seu filho Rodrigo, o menino da porteira. Mais tarde, no vilarejo, o boiadeiro é procurado por um grupo de pequenos sitiantes, que descontentes com o monopólio do Major, querem lhe contratar para levar seus rebanhos diretos para o frigorífico. Isto provoca a ira do Major que reage violentamente. Para agravar ainda mais a situação Diogo se envolve com Juliana, a bela enteada do Major. No vilarejo dividido se instala um clima de guerra e as conseqüências serão tragicamente inevitáveis.

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